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quarta-feira, 13 de março de 2013

HABEMUS PAPAM

Por volta das 15:15hs - horário de Brasilia - subiu a fumaça branca e tocaram-se os sinos, indicando, portanto que já temos um novo papa, terminando, desse modo, o período vacante da Igreja, desde 28 de fevereiro passado.


Depois de dois dias de conclave, os cardeais elegem o cardeal Jorge Mario  Bergoglio de 76 anos e arcebisbo de Buenos Aires, para Romano Pontífice, o qual escolhe o nome de Francisco I.
O papa Francisco tem um estilo de vida simples, com contato com o povo e muito querido na Argentina e agora será querido por toda a Igreja.





Rezemos, portanto, pelo nosso papa Francisco I para se deixe guiar pela Luz do Espírito Santo, para que à luz do Evangelho, conduza a Igreja na verdade, caridade e humildade e amor.

segunda-feira, 11 de março de 2013

NOTA DE REPÚDIO DO CONIC À NOMEAÇÃO DE MARCO FELICIANO PARA A CDHM




O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil emitiu no último domingo  - 10 de março uma nota de repúdio pela eleição do pastor Marco Feliciano,  para a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM). Eis a nota na íntegra:


Moção de Repúdio

O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs, reunido entre os dias 8 a 10 de março na cidade de São Paulo, em Assembleia Geral, por seus delegados e delegadas, vem expressar publicamente o seguinte:

1.     Considerando a importância da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados na implementação dos DHESCAs (Direitos Humanos, Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais) em nosso país;

2.     Considerando a necessidade de que esta Comissão seja presidida por quem tem histórico de compromisso coerente com os DHESCAs;

3.     Considerando o corolário de nossa missão, à luz dos valores que a inspiram, e as manifestações de diversos segmentos da sociedade brasileira, expressamos nosso repúdio ao processo que levou à escolha do Deputado Marco Feliciano (PSC), o qual, por suas declarações públicas, verbais e escritas de conteúdo discriminatório, de cunho racista e preconceituoso contra minorias, pelas quais responde a processos que tramitam no Supremo Tribunal Federal. Tal comportamento o descredencia para liderar a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados e propugnamos por seu imediato afastamento.


Pela ética na Política!
Por um Congresso Nacional transparente e com ficha limpa!
Pela Reforma Política do Estado brasileiro na busca da ampliação da cidadania!

São Paulo, 09 de março de 2013.


Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil

sexta-feira, 8 de março de 2013

CARDEAIS MARCAM INÍCIO DO CONCLAVE


Na oitava Congregação Geral, realizada na tarde desta sexta-feira, 08 de março, o Colégio Cardinalício decidiu a data de início do Conclave que vai eleger o novo papa. Nesta terça, dia 12 de março, os 115 cardeais eleitores iniciam os trabalhos. No período da manhã, na Basílica de São Pedro, será celebrada a Missa ‘Pro eligendo Pontifice’ e na parte da tarde ocorre a entrada dos Cardeais na Capela Sistina. Os primeiros escrutínios já deverão se realizar na tarde do mesmo dia.
Mesmo com a data do Conclave confirmada, o Colégio Cardinalício realizará mais uma Congregação Geral neste sábado. O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, declarou em coletiva que os cardeais não poderão receber informações externas durante o Conclave, nem poderão ler jornais, ouvir rádio, assistir à TV ou acessar a internet, como prevê a Constituição Apostólica Universi Dominici Gregis. Serão instalados bloqueadores de comunicação para impedir o uso de equipamentos e dispositivos eletrônicos, como celulares, da mesma forma como já ocorre na Sala dos Sínodos, onde têm ocorrido as congregações gerais.
Ainda segundo o padre Lombardi, os cardeais não terão que passar por revista para entrar na Capela Sistina. Apenas os funcionários e demais pessoas devem ter de se submeter a um detector de dispositivos. Durante o período de reclusão para a escolha do novo Papa, os cardeais poderão se confessar.
Participarão do Conclave 115 cardeais, sendo necessário o voto favorável de 77 purpurados para eleger o Papa, ou seja, os 2/3 dos votantes.